
Conselheiros tutelares de Cajazeiras – Foto: TV Diário do Sertão
O repórter Ricardo Soares, durante o Link Diário do programa Olho Vivo desta terça-feira (26), visitou o Conselho Tutelar de Cajazeiras para abordar as ações desenvolvidas dentro da campanha Maio Laranja, movimento nacional de conscientização e enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes.
Na ocasião, os conselheiros destacaram as atividades realizadas ao longo do mês, especialmente as ações alusivas ao último dia 18 de maio, data que marca o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.
A conselheira tutelar Viviane Abreu explicou que a programação envolveu atividades educativas em escolas, além de um pit stop realizado na rodoviária da cidade.
Segundo ela, as ações seguem acontecendo em unidades escolares, nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e também no Leblon, devendo se estender até o fim do mês.
Denúncias
Já a conselheira Ivone Ferreira reforçou a importância dos canais de denúncia e lembrou que os casos podem ser comunicados presencialmente na sede do Conselho Tutelar que fica na Rua Coronel Peba, nº 555, Centro; por meio do Disque 100; ou ainda pelo telefone da instituição, 83 99346-3945.
“Todo atendimento será sigiloso, os casos serão averiguados e os encaminhamentos necessários serão realizados”, destacou.
A conselheira tutelar Estela Oliveira chamou atenção para a necessidade de manter a conscientização durante todo o ano e não apenas no mês de maio.
“Esse trabalho precisa ser feito diariamente. O 18 de maio é uma data importante, mas o cuidado e a orientação devem acontecer todos os dias. A sociedade precisa ter zelo pelos direitos das crianças e adolescentes”, afirmou.
Alerta
Estela também alertou que, em grande parte dos casos, os abusos partem de pessoas próximas às vítimas, muitas vezes dentro do próprio ambiente familiar.
“Em sua maioria, os casos envolvem pessoas conhecidas e que fazem parte do convívio familiar. Por isso, é preciso redobrar os cuidados”, ressaltou.
Diferença de abuso e exploração
Durante a entrevista, ela ainda explicou a diferença entre abuso sexual e exploração sexual. Segundo a conselheira, o abuso envolve toques, carícias e condutas inadequadas contra crianças e adolescentes, enquanto a exploração sexual está ligada a fins financeiros ou situações de troca e comercialização.
Ela lembrou ainda que o abuso não exige necessariamente a ocorrência de penetração e orientou pais e responsáveis a manterem diálogo constante com os filhos.
“É importante ensinar às crianças quais partes do corpo não podem ser tocadas e observar mudanças de comportamento, como isolamento, tristeza, perda do apetite ou dificuldades para dormir. O acolhimento e a escuta são fundamentais”, enfatizou.
O conselheiro tutelar José Roberto afirmou que situações envolvendo violações de direitos chegam diariamente ao órgão e destacou a importância da data para ampliar o acesso à informação.
“Uma data como essa serve para conscientizar e informar a população sobre o significado do 18 de maio”, pontuou.
Evitar negligências
Já a conselheira Socorro Brito reforçou o papel dos pais e responsáveis na proteção das crianças e adolescentes, alertando para situações de negligência que muitas vezes passam despercebidas, como permitir que menores saiam sozinhos ou fiquem desacompanhados em determinadas circunstâncias, como ir só comprar pão em uma padaria, por exemplo.
As ações do Maio Laranja seguem sendo desenvolvidas em Cajazeiras com foco na prevenção, conscientização e fortalecimento da rede de proteção à infância e adolescência.
DIÁRIO DO SERTÃO
Na ocasião, os conselheiros destacaram as atividades realizadas ao longo do mês, especialmente as ações alusivas ao último dia 18 de maio, data que marca o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.
A conselheira tutelar Viviane Abreu explicou que a programação envolveu atividades educativas em escolas, além de um pit stop realizado na rodoviária da cidade.
Segundo ela, as ações seguem acontecendo em unidades escolares, nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e também no Leblon, devendo se estender até o fim do mês.
Denúncias
Já a conselheira Ivone Ferreira reforçou a importância dos canais de denúncia e lembrou que os casos podem ser comunicados presencialmente na sede do Conselho Tutelar que fica na Rua Coronel Peba, nº 555, Centro; por meio do Disque 100; ou ainda pelo telefone da instituição, 83 99346-3945.
“Todo atendimento será sigiloso, os casos serão averiguados e os encaminhamentos necessários serão realizados”, destacou.
A conselheira tutelar Estela Oliveira chamou atenção para a necessidade de manter a conscientização durante todo o ano e não apenas no mês de maio.
“Esse trabalho precisa ser feito diariamente. O 18 de maio é uma data importante, mas o cuidado e a orientação devem acontecer todos os dias. A sociedade precisa ter zelo pelos direitos das crianças e adolescentes”, afirmou.
Alerta
Estela também alertou que, em grande parte dos casos, os abusos partem de pessoas próximas às vítimas, muitas vezes dentro do próprio ambiente familiar.
“Em sua maioria, os casos envolvem pessoas conhecidas e que fazem parte do convívio familiar. Por isso, é preciso redobrar os cuidados”, ressaltou.
Diferença de abuso e exploração
Durante a entrevista, ela ainda explicou a diferença entre abuso sexual e exploração sexual. Segundo a conselheira, o abuso envolve toques, carícias e condutas inadequadas contra crianças e adolescentes, enquanto a exploração sexual está ligada a fins financeiros ou situações de troca e comercialização.
Ela lembrou ainda que o abuso não exige necessariamente a ocorrência de penetração e orientou pais e responsáveis a manterem diálogo constante com os filhos.
“É importante ensinar às crianças quais partes do corpo não podem ser tocadas e observar mudanças de comportamento, como isolamento, tristeza, perda do apetite ou dificuldades para dormir. O acolhimento e a escuta são fundamentais”, enfatizou.
O conselheiro tutelar José Roberto afirmou que situações envolvendo violações de direitos chegam diariamente ao órgão e destacou a importância da data para ampliar o acesso à informação.
“Uma data como essa serve para conscientizar e informar a população sobre o significado do 18 de maio”, pontuou.
Evitar negligências
Já a conselheira Socorro Brito reforçou o papel dos pais e responsáveis na proteção das crianças e adolescentes, alertando para situações de negligência que muitas vezes passam despercebidas, como permitir que menores saiam sozinhos ou fiquem desacompanhados em determinadas circunstâncias, como ir só comprar pão em uma padaria, por exemplo.
As ações do Maio Laranja seguem sendo desenvolvidas em Cajazeiras com foco na prevenção, conscientização e fortalecimento da rede de proteção à infância e adolescência.
DIÁRIO DO SERTÃO
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